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Princípios Históricos dos Batistas |
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"A identidade de uma Igreja Batista" 1. A Bíblia é a única autoridade sobre a fé e a prática. 2. Todo crente é um sacerdote, ou seja, não precisa de intermediários entre ele e Deus, a não ser Jesus Cristo. Como sacerdote, o crente deve servir a Deus por meio de seus afazeres e vida 3. Todo crente é habitado pelo Espírito Santo, tendo direito e capacidade de ler a Bíblia, bem como interpretá-la, na proporção do conhecimento que possui.
4. A salvação é obtida somente pela graça, por isso, ela é recebida apenas pela fé, no mérito do sacrifício de Cristo. Boas obras são apenas conseqüências da salvação gratuita.
5. O batismo é administrado exclusivamente a crentes, isto é, àqueles que receberam a salvação pela fé, fruto de livre consciência e espontaneamente, o que inviabiliza o batismo de crianças.
6. O batismo e a ceia do Senhor são ordenanças de Cristo para a Igreja, e não são sacramentos. O batismo é por imersão, simbolizando a morte para a vida separada de Deus pelo pecado e o nascer para uma nova vida. A ceia é um memorial, quando se tomando o pão e o vinho, simbolicamente, a Igreja lembra a morte de Cristo e anuncia a volta dEle, experimentando um momento de reavaliação de sua vida presente com Deus.
7. A Igreja é uma associação voluntária de crentes, agrupados localmente na sua comunidade, conformado às Escrituras, portanto, debaixo do único cabeça da Igreja: Jesus Cristo. A Igreja local é plena em si mesma como corpo de Cristo e, por isso, cada Igreja local é autônoma e suficiente como Igreja. O governo da Igreja local é congregacional, ou seja, a administração é exercida pela assembléia composta de seus membros. Cada membro, obediente à vontade de Deus no seu íntimo, manifesta livremente seu voto.
8. A Igreja é essencialmente separada do Estado. A sociedade deve prover a liberdade de consciência para que cada um exerça a religião livremente, segundo a Constituição vigente.
9. Pastores não são sacerdotes, mas mestres da Palavra e líderes espirituais, e exercem estes dons como servos da Igreja. 10. As Igrejas podem e devem cooperar entre si para a expansão do reino de Deus, especialmente na pregação da fé, e também em outras causas dignas, mas unicamente no nível de cooperação, mantendo sempre autonomia de cada Igreja local.
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